quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Noite Feliz

Acho que, definitivamente, esquecemos, ou não recordamos, ou até nunca foi lembrado, o que chamamos de Natal.
Longe de mim defendê-lo, ou melhor, o farei sim, contudo serei parcialmente contra também.
Nem sei o que dizer. Talvez poderei estar a kilômetros da originalidade em falar sobre ele. Claro!
Nascimento. De uma força que move a nossa espécie mesmo após quase dois mil e nove dezembros (noite feliz, noite feliz, ó senhor, Deus do amor...). E não podemos esquecer, é claro, que essa força era tão de carne e esqueleto quanto nós (...pobrezinho nasceu em Belém...)
Época que supostamente, vai além desta nossa matéria que não vale vintém (ou vale? Já houveram algumas que custaram dez conto), em outras palavras, deveria atingir o que chamamos de espiritualidade. Até aí, muito bonito (Dorme em paz ó Jesu us!).
Rio em pensamento ao refletir que um ateu usa o Natal como pretesto para consumir.

Nem sei o por quê deste blá, blá, blá.
Ora, quem sou eu para dizer alguma coisa?
Não quero mais dizer nada.
Quero apagar tudo...
Não posso!

Então o que me resta além desta taça de vinho tinto é dizer o que todos dizem:

Feliz Natal! (dorme em paz ó Jesus).


Tássia Guarany

Um comentário:

David "DVD" disse...

Escrever... todos nós podemos, mas transformar palavras em arte é um dom para poucas pessoas!!!

Continue mostrando sua arte amiga!

Parabéns pelos textos!!!

Quero mais...

Bjussss!!!

Seguidores de poesia